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sábado, 14 de dezembro de 2013

Idiomas de palestinos e Israel se mesclam no 'arabraico'

BBC Brasil (14/12/2013): Idiomas de palestinos e Israel se mesclam no 'arabraico' (Guila Flint): O amplo intercâmbio entre o hebraico, idioma dos judeus israelenses, e o árabe falado por palestinos tem criado um novo dialeto, apesar do conflito entre os dois povos, diz um livro recém-publicado em Israel. Walla Beseder, de autoria de Abd Al-Rahman Mar'i, professor de Literatura hebraica da Faculdade Beit Berl, ao norte de Tel Aviv, traz um léxico com milhares de palavras hebraicas que foram integradas ao árabe falado pelos palestinos cidadãos de Israel. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Sêfer Yetsiráh: a natureza da linguagem na criação do mundo e sua manutenção através do alfabeto hebraico



Dissertação de mestrado em Filosofia (PUC-SP)
Datada da defesa: 22/10/2010.
Resumo: Em lugar de a linguagem haver sido criada pelo homem, o Misticismo Judaico acredita que o mundo e tudo o que nele existe foi criado e é mantido por Deus por meio da linguagem, especificamente através das infinitas combinações do Alfabeto Hebraico (as vinte e duas letras e os dez primeiros números). Dessa forma, todo o universo constitui-se em um fenômeno da linguagem. O presente texto discute a importância da linguagem e uma classe de Metafísica do Alfabeto Hebraico, comparando distintas visões entre a tradição filosófica representada aqui pelos textos: Crátilo, de Platão e De Magistro, de Agostinho, pela tradição judaica, especificamente por meio de sua mística, o Sêfer Yetsiráh, de autoria desconhecida. Como parte da análise o texto apresenta, sobretudo, a Teoria da Linguagem de Gershom Scholem e a Metafísica do Alfabeto Hebraico de Elias Lipiner, bem como uma aproximação à Filosofia da Linguagem por meio da visão mística judaica, mais especificamente da Cabaláh.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Aula de Árabe e de Hebraico na Casa de Rui Barbosa (RJ)

Aula de Árabe e de Hebraico na Casa de Rui Barbosa (RJ): A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) promove, a partir de 4 de abril, os cursos de árabe e de hebraico. A iniciativa, do Núcleo de Estudos em Oriente Médio da FCRB, tem como objetivo promover a alfabetização nos idiomas como instrumental em pesquisa.


As aulas serão às quartas-feiras, na sala de cursos da Fundação, nos seguintes horários:


  • 18h às 19h30 – Hebraico, ministrado pela professora Sônia Levinbuk – nível iniciante;
  • 19h30 às 21h – Árabe, ministrado pelo professor Nimatullah Antoine Hanna – nível iniciante.


A duração é de três meses e a mensalidade é de 80,00 por idioma.


Inscrições a partir de 26 de março, no Centro de Pesquisa da FCRB, com Deise (Rua São Clemente, 134 – Botafogo – Rio de Janeiro, RJ. Tel: 21 3289-8641).

>>>> Dica de: Claudia Altschuller (jornalista, RJ – Casa de Rui Barbosa)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Modern Medieval Hebrew Poetry (Binyamin Goldstein)

Modern Medieval Hebrew Poetry by Binyamin Goldstein. The blog is about the Hebrew language and Hebrew poetry in particular. Its content exemplifies the old-fashioned way to learn a language, still the best way: compose in the language you wish to learn, and keep on working on it, until you get it right. Binyamin informs me that he reads Biblical, Mishnaic, and Rabbinic Hebrew, Syriac, Palestinian and Babylonian Aramaic fluently. >>> Dica de John F. Hobbins.

domingo, 26 de dezembro de 2010

A poesia hebraica na Andaluzia muçulmana – uma poética da ambivalência

A poesia hebraica na Andaluzia muçulmana – uma poética da ambivalência

XI Congresso Internacional da ABRALIC Tessituras, Interações, Convergências

13 a 17 de julho de 2008 - USP – São Paulo, Brasil

A poesia hebraica na Andaluzia muçulmana – uma poética da ambivalência

Saul Kirschbaum

Resumo: Na Andaluzia muçulmana surgiu uma importante poesia hebraica laica, de celebração da vida, ao lado de uma tradição poética litúrgica concentrada na dor da destruição do Templo, no sofrimento do exílio. O fato de que ambas as formas eram compostas exatamente pelos mesmos poetas, ao mesmo tempo rabinos e pensadores do judaísmo, aponta para uma ambigüidade existencial que caracterizaria o povo judeu desde então. Diversos poetas judeus, que na juventude compuseram poemas laicos (sem, por isso, se considerarem impedidos de compor poesia religiosa), na velhice se “arrependiam”, anunciavam sua ruptura com um passado pouco piedoso; não obstante, continuavam a produzir poesia laica. Nesta ambigüidade, eram ecoados pelas autoridades religiosas, que condenavam o modo de vida dos poetas, mas ao mesmo tempo os absolviam, já que sua participação nas festas árabes “contribuía para o bem do povo”.

Palavras-chave: Poesia hebraica laica, Idade de Ouro, Pós-modernidade, encruzilhada de culturas, crises identitárias.