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quinta-feira, 30 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Transliteração do Hebraico para Leitores Brasileiros
KIRSCHBAUM, S. et al. Transliteração do Hebraico para Leitores Brasileiros. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009.
Resumo: O idioma hebraico – como o russo, o árabe, o armênio – é grafado por meio de um conjunto próprio de caracteres, diferente do conjunto de caracteres utilizado no português. Em vista disso, a ocorrência de nomes próprios hebraicos, expressões etc., em literatura traduzida, em notícias de imprensa, requer que os caracteres hebraicos sejam transliterados, ou seja, representados por meio de caracteres latinos para que possam ser pronunciados da forma mais próxima possível da língua em questão por leitores brasileiros. Até agora eram utilizados, no Brasil, padrões de transliteração adequados a leitores do alemão, do inglês, do espanhol, idiomas que também fazem uso dos caracteres latinos, mas não adequados ao leitor do português, uma vez que não há correspondência plena entre os valores fonéticos dos caracteres latinos nesses idiomas.
Respondendo a essa necessidade, foi constituída uma comissão em torno do Centro de Estudos Judaicos e do Programa de Pós-Graduação em Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaicas da FFLCH/USP, com o propósito de elaborar um padrão de transliteração do hebraico adequado ao leitor brasileiro, especialista ou não, evitando importar modelos estrangeiros.
Esta publicação é o resultado do trabalho da comissão, e constitui uma primeira proposta; ou seja, espera-se que o padrão proposto seja utilizado durante certo tempo, e depois revisado, incorporando-se as sugestões e críticas que tiverem surgido em decorrência dessa primeira fase de utilização.
sábado, 25 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
La vigencia del idioma ladino
Aurora (23/04/2009): La vigencia del idioma ladino: Autor: Dr. Alejandro Yabes, Bet Shemesh - Al terminar el Seder, mis hijos me piden ``Papá, el cavritico; Papá, el cavritico''. Esto es, la versión ladina de Jad Gadya. Y yo, como lo recuerdo de mis padres y abuelos (z''l), lo canto: ``Un cavritico, que lo merco mi padre, por dos levanim, por dos levanim''.
Claro, a mis hijos, hebreo y castellano (no ladino) parlantes, con herencia compartida sefardí y ashkenazí, hay palabras que les resultan graciosas: ``Y vino el perro y modrio al gato''... ``Y vino el palo, y ajarvo al perro''... ``Y vino la agua y amato al fuego''... ``Y vino el boy y se bevio el agua''.
Soy consciente de que mis desafinados cantos son en un idioma muerto, o en un avanzado proceso de agonía. El ladino ya no es utilizado por nadie. Tal vez quede algún anciano, muy anciano, en los antiguos enclaves de olim turcos de Yehud o Lod que lo hable. Sus hijos, sin duda, no. Sus nietos, ni que hablar (valga la redundancia).
No sé si en las muy constrictas comunidades judías de Turquía o Grecia alguien lo recuerda. Si lo hacen, son seguramente los últimos.
La otra gran lengua judía diaspórica, el idish, tiene su reservorio: Los ortodoxos ashkenazitas, para los cuales es el idioma del hogar, de la calle y del estudio en las ieshivot y Kolelim. >>> Leia mais, clique aqui.






