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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ (ago/1997 - até a presente data) e do Programa de Pós-graduação em História Comparada (PPGHC) do Instituto de História da UFRJ (de out/2005 a 10dez2012).

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domingo, 9 de junho de 2013

Minicurso: Do deserto ao cyber-espaço: o percurso histórico-linguístico da língua hebraica anteontem, ontem e hoje (FL/UFRJ)



Programa:
1ª aula – Língua Hebraica: origem do alfabeto e da língua hebraica. Percurso histórico-linguístico do hebraico através do tempo: aspectos históricos e linguísticos. O Hebraico Bíblico.
2ª aula – O Hebraico Mishnaico e o Hebraico Medieval.
3ª aula – O Hebraico Moderno. Contribuição dos diversos períodos históricos e linguísticos para a formação do Hebraico Moderno.

Bibliografia básica:

  • BEREZIN, Rifka. As origens do léxico do hebraico moderno. São Paulo: EDUSP, 1980.
  • ___. BEREZIN, Rifka. O hebraico moderno - Fundamentos históricos. In: ___. Dicionário hebraico-português. São Paulo: EDUSP, 1995. p.XIX- XXIV.
  • FERREIRA, Cláudia Andréa Prata. Língua Hebraica. Link: <http://linguahebraica.blogspot.com>.
  • FRANCISCO, Edson de Faria. Características da língua hebraica: Hebraico Arcaico, Hebraico Pré e Pós-Exílico, Hebraico de Qumran e Hebraico Massorético. In: Estudos de Religião 21. Práxis Religiosas e Religião. Ano XV, Número 21, dezembro de 2001, São Bernardo do Campo, São Paulo: UMESP. p.165-195.
  • ____. Língua Hebraica:Aspectos Históricos e Características. Link: <http://bibliahebraica.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Lingua-Hebraica-Periodos-Historicos-e-Caracteristicas1.pdf>.
  • KOTLER, Carmia. A Língua Hebraica e o nacionalismo judaico. In: Vértices 10. São Paulo:  FFLCH/USP, 2011. p.1-12.
  • LANGER, Eliana Rosa. Ressurgimento da Língua Hebraica e suas implicações culturais. In: Revista de Estudos Orientais. Revista do Departamento de Línguas Orientais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas/USP. São Paulo: Humanitas/FFLCH/USP, 1998. N.2. p.63-76.
  • ____.  Hebraico: uma língua e vários períodos de estratificação. In: Cadernos de Língua e Literatura Hebraica. Publicação do Curso de Pós-Graduação de Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaicas. São Paulo: FFLCH/USP: Pólo Editora, 2004. Número 4. p.124-139.
  • PROEL. Alfabetos de ayer y de hoy. Link: <http://www.proel.org/index.php?pagina=alfabetos>.
  • PROEL. Alfabeto Hebreo. Link :<http://www.proel.org/index.php?pagina=alfabetos/hebreo>.
  • RABIN, Chaim. Pequena história da língua hebraica. São Paulo: Summus, s.d.
  • SÁENZ-BADILLOS, Angel. Historia de la Lengua Hebrea. Barcelona, Espanha: Ausa, 1988.
  • STEINBERG, David. History of the Ancient and Modern Hebrew Language. Link: <http://www.adath-shalom.ca/history_of_hebrew.htm>.


Informações:  II CIFALE <cifale@letras.ufrj.br>.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Os padrões nominais do hebraico: o padrão reflexivo



USP: Cadernos de Língua e Literatura Hebraica número 10: Os padrões nominais do hebraico: o padrão reflexivo (Rafael Dias Minussi): Este artigo tem como objetivo analisar a formação de um tipo de nominalização no hebraico moderno. Nossa análise leva em conta que o hebraico é uma língua que possui um sistema de formação de palavras baseado em raízes triconsonantais e padrões vocálicos, os quais são combinações de vogais que dão às raízes uma categoria (verbal, nominal e adjetival), além de um significado. Deste modo, propomos que o hebraico moderno apresenta um nominal reflexivo/recíproco formado a partir de um padrão nominal que pode ser dividido em uma camada verbal e um sufixo nominalizador -ut, que está presente também na formação de nomes abstratos. Como consequência dessa análise, sugerimos que alguns padrões vocálicos nominais, também chamados de mishqalim, não são atômicos, isto é, não constituem um bloco indivisível. >>> Leia mais, clique aqui.

Veja mais:

quinta-feira, 18 de abril de 2013

El resurgir de la lengua ladino



Aurora (18/04/2013): El resurgir de la lengua ladino: En declive desde hace más de un siglo, la lengua sefardí está recibiendo un impulso de los editores en Estambul y desde Internet Cuando Avram Leyon, el fundador del diario Salom con sede en Estambul, se enfermó en 1983, consideró el cierre de la publicación. Ya no era capaz de dedicar sus energías a ejecutar el periódico semanal judío, que había comenzado en 1947. Pero los líderes de la comunidad judía de Estambul no estaban dispuestos a dejar las prensas. “Pensaron que el periódico tenía que seguir adelante”, dijo Eti Varon, el vicecoordinador de Salom. En ese momento, la publicación de cuatro páginas estaba escrita enteramente en ladino, la lengua de los judíos sefardíes, salvo por el ocasional artículo político en turco. Pero en la década de 1980, los judíos turcos hablaban turco en casa, no Ladino y estaban aprendiendo inglés o francés en la escuela. Así que la nueva dirección decidió dar un lavado de cara a “Salom”. El idioma del periódico pasaría a ser el turco, con excepción de una sola página, que se seguiría escribiendo en ladino. Ahora Salom, que sigue publicándose semanalmente, tiene más de 20 páginas en cada edición, hasta 28 durante las Festividades. Tiene un sitio web, una cuenta en Twitter y una página de Facebook. Escritores voluntarios, que van desde estudiantes universitarios a autores profesionales, contribuyen con artículos sobre gran variedad de temas, desde noticias de la comunidad y cuidado de niños hasta tecnología y deporte. >>> Leia mais, clique aqui.