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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Professora Doutora do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ e do Programa de Pós-Graduação em História Comparada (PPGHC) do Instituto de História da UFRJ.

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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Bialik, un revolucionario de la literatura y el idioma hebreo

Aurora (05/01/2012): Bialik, un revolucionario de la literatura y el idioma hebreo: Bialik, poeta por excelencia del renacimiento hebreo, nació el 9 de enero de 1873 en Rady, pequeña aldea de Wolhynia en Rusia. A los seis años su familia se estableció en Zitomir y su padre abrió una taberna junto al camino de la localidad. Carente de experiencia comercial le fue imposible mantener a su esposa y a sus siete hijos y para mayor desgracia murió joven dejando a su familia en la miseria. Su madre al levantarse ordenaba su hogar y luego amasaba incesantemente pan que llevaba al mercado para la venta, a fin de mantener a sus hijos. Por la muerte de su padre, el joven Bialik fue llevado a la casa de su abuelo paterno en los afueras de Zitomir. Su abuelo, que vivía una vida del todo consagrada a las prácticas piadosas, proporcionó a su nieto una densa formación espiritual. Bialik halló en su casa numerosos libros sobre temas cabalísticos, jasídicos, y también sobre filosofía judaica de autores como Maimónides y Yehudá Haleví y otros que leía a escondidas. Toda esta lectura nutrió y contrarrestó la influencia jasídica que circundó su temprana juventud. La lectura de literatura no judía, y de libros de Haskalá, provocó en él luchas internas que revelaron sus ansias de abandonar Zitomir e ir en busca de nuevos espacios. Se traslada a Odesa, la ciudad de las luces, en 1900 y funda la editorial “Moriah”. >>> Leia mais, clique aqui.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Sefarad: Revista de Estudios Hebraicos y Sefardíes

Sefarad inició su publicación en 1941 en el seno de la Escuela de Estudios Hebraicos de la mano de Francisco Cantera Burgos (Madrid) y José María Millás Vallicrosa (Barcelona). Se publica en forma de dos fascículos anuales, con 500 páginas de artículos originales y reseñas de filología y crítica textual de la Biblia Hebrea (y sus versiones antiguas y comentarios); filología y lingüística de las lenguas hebrea y aramea; historia y cultura de los judíos en España; y lengua y literatura, historia y producción cultural de los sefardíes. >>> Sefarad facilita el acceso inmediato y sin restricciones a todo su contenido desde el momento de su publicación en esta versión electrónica.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Banda grava ‘Ai, se eu te pego’ em hebraico

O Globo online (15/12/2011): Banda grava ‘Ai, se eu te pego’ em hebraico: A música “Ai, se eu te pego”, do cantor sertanejo Michel Teló, já inspirou comemoração do craque português Cristiano Ronaldo, do fenômeno espanhol do tênis Rafael Nadal, e até assustou evangélicos durante um culto há uns meses. O refrão é hit em diversos países, mesmo onde não se entende uma palavra da sua letra. Mas, para o povo de Israel saber do que se trata, o grupo brasileiro Sambole gravou uma versão da música com uma parte em hebraico, em ritmo de samba, com direito a pandeiro e cavaquinho. >>> Leia mais, clique aqui >>> Veja o vídeo, clique aqui.

domingo, 9 de outubro de 2011

A Língua Hebraica e o nacionalismo Judaico

Revista Vértices (No 10/2011): A Língua Hebraica e o nacionalismo Judaico (Carmia Kotler): A definição da nossa identidade muitas vezes é percebida pela forma que o outro nos vê. Em 1922 Winston Churchill relatou todas as conquistas da sociedade judaica em Eretz Israel nas últimas três gerações. Entre essas contou que todos os seus assuntos são tratados em hebraico, que é a língua falada, e jornais em hebraico servem as necessidades da sociedade. Esse relato poderia existir graças aos pioneiros que chegaram em Eretz Israel nas primeiras ondas de imigração, e assumiram para si a importância da renovação da oralidade em hebraico. Com essa escolha consciente, garantiram o renascimento da língua hebraica como parte muito importante da renovação da nacionalidade judaica. >>> Texto completo: PDF

Línguas Judaicas, História e Memória

Revista Vértices (No 9/2010): Línguas Judaicas, História e Memória (Esther Szuchman): Este trabalho, filiado à Análise de Discurso de Linha Francesa, centra-se na temática da identidade/identificação linguístico-cultural na condição judaica em sua heterogeneidade, representada pelos sefaraditas, judeus provenientes da Península Ibérica falantes do ladino, e ashkenazitas, judeus da Europa Central e Oriental falantes do ídiche, em suas relações contraditórias em torno de saberes sobre a língua hebraica. A identidade é aqui considerada como resultado de processos de identificação da heterogeneidade do sujeito e das línguas. E a memória é aqui tratada enquanto memória social inscrita no seio de práticas discursivas. >>> Texto completo: PDF