Parte I. El libro:1. Las lenguas de la Bíblia; 2. La escritura en la antigüedad y en la Biblia; 3. Transmisión escrita y transmisión oral; 4. Escuelas y escribas; 5. La escuela y la filología alejandrinas; 6. El libro sagrado.
Parte II. El cânon:7. El canon bíblico; 8. Historia literaria del cânon; 9. Historia social del cânon; 10. El canon del Nuevo Testamento.
Parte III. El texto:11. El texto hebreo del Antiguo Testamento; 12. La versión griega de los LXX; 13. Las versiones arameas del AT. Los targumim; 14. El texto griego del NT; 15. Versiones antiguas de la Biblia: AT y NT; 16. Crítica textual del Aantiguo Testamento; 17. Crítica textual del Nuevo Testamento.
Parte IV:La Hermenêutica: 18. La Biblia, intérprete de sí misma; 19. Historia de la hermenéutica judia; 20. Historia de la hermenéutica cristiana.
Aurora (12/11/2009):El hebreo sigue siendo la lengua del enemigo: Quince años después de haber firmado la paz con Israel, un gran número de intelectuales jordanos siguen considerando el hebreo como la lengua del enemigo. Muchos se niegan a traducir cualquier obra en este idioma y otros, lo promueven, pero sólo como medio "para conocer mejor al enemigo sionista". Un gran número de intelectuales y expertos en asuntos israelíes respaldan una traducción selectiva que ayude a revelar la "ideología sionista" de los gobernantes de Israel. Y es que para ellos, algunos textos hebreos traducidos pueden contribuir a que los dirigentes árabes adopten políticas que frustren las maniobras israelíes en la región. >>> Leia mais, clique aqui.
Resumen: Estudio de la adopción de la pronunciación naso-gutural de la consonante ‘ayin y de su variada representación gráfica entre los judíos de Italia y de las «Naciones» judías hispano-portuguesas. Durante el siglo XVI, el valor fonético de esa consonante era o tendía a cero. A fines de ese siglo y a comienzos del XVII, algunos autores en Italia la representan como ng. Un autor coetáneo en Amsterdam introduce nuevos grafemas, tales como gh o hg, mientras que otro autor de Hamburgo publicaba una gramática en la que denomina Hgain esta consonante. Los nuevos grafemas no fueron adoptados por la mayoría de autores que continuaron representando dicha consonante por una h. Tanto en Italia como en el norte de Europa el cambio h > gn fue discontinuo.
A marcação diferencial de objeto no hebraico (Rafael Dias Minussi): O objetivo deste trabalho é discutir a Marca de Diferencial Objeto ‘et, também chamada de Caso acusativo em algumas gramáticas. Entre as principais questões que discutiremos à luz da Morfologia Distribuída (MD) (Cf. HALLE; MARANTZ (1993), MARANTZ (1997) e HALLE (1997)) está a questão de que tipo de contribuição semântica o ‘et traz para as sentenças em que tal marca ocorre. Como resultado da análise dos dados do hebraico em comparação com o Turco, e também com Armênio (Cf. YEGHIAZARYAN (2005)), chegamos a algumas conclusões parciais: (i) o hebraico não apresenta uma especificidade ancorada no discurso e marcada pelo ‘et; (ii) o hebraico apresenta dois tipos de partitivo: um formado com a partícula me e ligado com o contexto precedente e outro formado com o Construct State e que não está ligado com um contexto dado previamente e (iii) entre as principais contribuições semânticas do ‘et estão a marcação de aspecto acabado e a desambigüização entre a leitura de indefinido e a leitura de definido em certos tipos de Construct States.
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Language Guide - hebraico (עברית): O método apresenta uma série de lições divididas em assuntos, contendo palavras em hebraico com a pronúncia correta. Cada link abaixo abre uma página com vocabulário completo e sonorizado. Para aprender, escolha o assunto e ao passar o mouse sobre a imagem você saberá como se escreve e pronuncia-se, basta o clicar no link desejado abaixo e navegar sobre as imagens que aparecerão na tela.
Resumo: Após um ano de exercício no ensino da língua hebraica, pude constatar algumas dificuldades comum aos iniciantes na disciplina. Aliando minha formação em design, procurei meios para estimular os alunos à ultrapassar essas limitações. Achei na animação, um poderoso instrumento motivador, além de atender à resolução de problemas formais.
PDFs nos idiomas hebraico, árabe, tailandês e vietnamita: O Acrobat suporta a digitação e exibição de texto em tailandês e vietnamita. Somente no Windows, também há suporte para árabe e hebraico. Por padrão, a opção de idioma Da direita para a esquerda está ativada nas configurações regionais dos idiomas árabe e hebraico (no Windows).
Caparot 2: Nas primeiras horas do dia anterior a Yom Kipur, é realizada a cerimônia de Caparot (Expiação). Pegamos uma galinha viva (um galo para os homens e uma galinha para as mulheres) e, circulando-o três vezes acima da nossa cabeça, declaramos: “Esta é minha substituição, esta é minha troca, esta é minha expiação; esta ave vai para a morte, e eu irei para uma vida longa, boa e pacífica.” A ave é então abatida segundo o procedimento haláchico, quando então ponderamos que este é um destino que nós mereceríamos, D’us não o permita, pelas nossas falhas e iniqüidades. O valor da ave é dado aos pobres, e sua carne comida na refeição de Yom Kipur; alguns dão a própria ave aos pobres. (Um costume alternativo é cumprir o ritual com dinheiro, recitando os versículos prescritos e dando o dinheiro para caridade. Caparot pode também ser realizada nos dias anteriores, durante os “Dez Dias de Arrependimento”).
FSP online (27/09/2009): Judeus usam galos e galinhas para expiar pecados às vésperas do Yom Kippur: "Esta é minha mudança, este é meu substituto, esta é minha expiação", murmuram os fiéis judeus, enquanto dão três voltas por cima de suas cabeças com um animal que, minutos depois, é morto como forma de expiar os pecados. No ritual das Kaparot, uma expiação simbólica dos pecados, milhares de galos e galinhas são degolados em Israel para lembrar os judeus que, a qualquer momento, Deus pode tirar a vida como forma de compensação por seus pecados. >>> Leia mais, clique aqui.
Língua hebraica | Portuguese | Dictionary & Translation by Babylon: O hebraico moderno é uma língua semítica pertencente à família das línguas afro-asiáticas. A Bíblia original, a Torá, que os judeus ortodoxos consideram ter sido escrita na época de Moisés, cerca de 3.300 anos atrás, foi redigida em hebraico clássico. Embora hoje em dia seja uma escrita foneticamente impronunciável, portanto indecifrável, devido à não-existência de vogais no alfabeto hebraico clássico, os judeus têm-na sempre chamado de a לשוןהקודש Lashon haKodesh ("A Língua Sagrada") já que muitos acreditam ter sido escolhida para transmitir a mensagem de Deus à humanidade. Por volta da primeira destruição de Jerusalém pelos babilônios em 586 a.C., o hebraico clássico foi substituído no uso diário pelo aramaico, tornando-se primariamente uma lingua franca regional, tanto usada na liturgia, no estudo do Mishná (parte do Talmud) como também no comércio.
Sinopse: Esta Obra e Especialmente Indicada Pela Descontracao Ensaistica do Texto, a Agudeza de Percepcao Sociolinguistica e a Riqueza no Aporte Semiotico-cultural, ao Lado da sua Aproximacao Metodologica Inovadora e Rigorosa.
Resumo: Este trabalho tem como objetivo discutir a checagem de Caso numa construção muito produtivo do hebraico: o Construct State. Essa construção se diferencia de outra construção da língua, o Free State, por não apresentar uma preposição que atribua um Caso oblíquo ao sintagma nominal. Dessa forma, perguntamo-nos de que forma se dá a atribuição de Caso no construto, uma vez que não há a presença de atribuidor de Caso.Tendo como arcabouço teórico o Minimalismo (Cf. CHOMSKY, 1995,2001) e a Morfologia Distribuída (Cf. MARANTZ; HALLE, 1993, MARANTZ, 1997 e HALLE, 1997), discutiremos a proposta de Borer (1999), a qual defende uma análise sintática para o Construct State e a de Siloni (2003), a qual propõe uma análise prosódica para a formação do construto e também para a atribuição de Caso nessa construção. Assim, propomos uma análise alternativa para checagem de Caso e Definitude no construto baseada na operação de Agree.
Palavras-chave: Construct State; Caso; Agree; Morfologia Distribuída; Língua Hebraica.
Aurora Digital (09/08/2009):La empatía con el otro reduce el acento al hablar su lengua:La fuerza del acento cuando se habla una segunda lengua está vinculada a la falta de empatía e identificación sociopolítica con sus usuarios nativos, según un estudio de la Universidad de Haifa.
Los investigadores Rafiq Ibrahim y Mark Leikin, del Departamento de Trastornos del Aprendizaje, y Zohar Eviatar, del Departamento de Psicología, han estudiado este fenómeno desde el enfoque socio-lingüístico, que estudia el acento como una especie de tarjeta de presentación del hablante en presencia del grupo mayoritario.
"Israel es un perfecto laboratorio para estudiar el tema de las segundas lenguas por la compleja composición de su población, formada por emigrantes que aprenden hebreo a una edad avanzada; una minoría étnica árabe, algunos de los cuales aprenden hebreo a una edad temprana y otros ya como adultos; y un grupo mayoritario de hablantes nativos de hebreo", explican los científicos.
Los investigadores dividieron a los participantes (estudiantes de la universidad de Haifa procedentes de ámbitos socio-económicos idénticos) en tres grupos de veinte personas: hablantes nativos de hebreo, hablantes de hebreo que aprendieron la lengua con 7 u 8 años y emigrantes rusos que lo hicieron con al menos 13 años de edad.
La voz de árabes y rusos fue grabada mientras leían un texto y describían una imagen en hebreo, antes de rellenar un cuestionario de 29 preguntas que medía su grado de empatía.
Después, los veinte hablantes nativos de hebreo escucharon las grabaciones y las ordenaron por "fuerza" del acento, de forma que los investigadores pudieran cruzar las puntuaciones sobre el acento y la empatía.
El resultado mostró que rusos y árabes tenían un acento casi igual de marcado, pero en el primer colectivo había un nexo directo entre la fuerza del acento y la falta de empatía que, sin embargo, no se daba entre los árabes.
"Creemos que el patrón entre los hablantes árabes muestra su sentimiento hacía el grupo mayoritario de hablantes de hebreo, y consideran su acento como algo que les distingue de la mayoría", apuntan los autores del estudio, publicado en el "International Journal of Bilingualism".
Ese factor de identidad no se da entre los emigrantes judíos de la antigua ex Unión Soviética, entre quienes impera un sentimiento nacionalista del que carecen los árabes, pese a que ambos colectivos comparten ciudadanía israelí y -si bien en distinta medida- sufren discriminación. EFE
Resumen: Este artículo trata sobre algunos aspectos de la vida de los judeoconversos en España tales como la ropa que vestían para la oración, el uso de términos hebreos en su vida cotidiana o las oraciones recitadas en ciertos rituales.
Professora Doutora do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ e do Programa de Pós-Graduação em História Comparada (PPGHC) do Departamento de História da UFRJ.