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sábado, 30 de agosto de 2008

דָּבָר Biblical Hebrew Vocabularies


דָּבָר Biblical Hebrew Vocabularies

Davar was developed at The University of Auckland in a project team consisting of staff from its School of Theology and the Centre for Flexible and Distance Learning. It utilises the web to provide the framework for a multimedia vocabulary which can be customised by teachers and augmented by selected scholars. It could also be adapted for other languages with similar learning needs, although no mechanism is provided for this. It was developed to address a number of perceived needs in the teaching of Hebrew.

Davar's original aim was to provide a multimedia environment to help students at The University of Auckland to grasp the many unfamiliar complexities of Biblical Hebrew. For many of our students these complexities require a new way of thinking. The web can provide animations, sound and graphics to facilitate this, as well as a wide range of linguistic data and mnemonic cues.

A second aim was to build in the flexibility to allow the vocabularies to be customised so that they could be used with different textbooks or lesson objectives. To this end, we wanted to be able to sort lists and to extract groupings of words. This aim has been achieved and teachers wishing to use this feature can register for access to the vocabularies. They can then group words according to their needs and download to a zipped file for use in their own teaching. These can be published as vocabulary pages (book style) and as flash cards. For more details see using the vocabularies for teaching.

Thirdly, as the Biblical Hebrew scholarly community is not large and is spread throughout the world, we wanted to provide a dynamic resource, whereby academics could collaborate to extend and edit the vocabulary. As well as the usual data entry facilities, this involved automating the written word animation and providing media resources to enable the addition of new words.
The resource's initial target audience was beginners, but its dynamic nature has enabled the scope to be extended beyond this group.

Although the website doesn't aim to provide a "Teach Yourself Biblical Hebrew" course, the vocabularies are available to a variety of audiences - the independent learner who has an interest in Hebrew, students with an interest in furthering their studies independently, teachers looking for resources, and academics who are interested in collaborating in this international project.

domingo, 10 de agosto de 2008

The Finite Verbal Forms in Biblical Hebrew Do Express Aspect (John A. Cook)

The Finite Verbal Forms in Biblical Hebrew Do Express Aspect (John A. Cook)
Perhaps there is no more long-standing problem in Biblical Hebrew (BH) grammar than the interpretation of its verbal system. At its core the controversy consists of alternative answers to one basic question: do the BH verbal forms primarily express tense or aspect? There are currently three basic answers offered by scholars to this question. The first is that the BH verbal forms primarily express tense; that is, they denote the temporal location of events with respect to the time of the statement or utterance, either using a binary distinction of past versus non-past, or using a ternary distinction of past, present, and future. This approach is a continuation of the tense model employed by the medieval grammarians and dominant in the field until the latter half of the nineteenth century. >>> Leia mais, clique aqui.

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Teaching the Biblical Hebrew Verb (Naama Zahavi-Ely)

Teaching the Biblical Hebrew Verb (Naama Zahavi-Ely)
I am a native speaker of contemporary Israeli Hebrew. I learned Biblical Hebrew by immersion: my Israeli secular school education exposed me repeatedly to the unmodified Masoretic Text, from the second grade through the twelfth. When I first started teaching Biblical Hebrew to American students, I thus knew the language—but I was not familiar with the methods of teaching it to non-native-speakers. >>> Leia mais, clique aqui.

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Morsels of Hebrew Grammar

Morsels of Hebrew Grammar

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A Reference Grammar of Modern Hebrew (Apresentação)

A Reference Grammar of Modern Hebrew provides a clearly structured and accessible guide to all aspects of contemporary Hebrew grammar.

Systematically organized, it presents the basic structures of the language, looking at grammatical categories, phrases, expressions, and the construction of clauses and sentences. Drawing on their extensive experience of teaching Hebrew to English-speaking students, the authors also provide a wide range of examples to illustrate each point, and introduce in a clear and accessible way the writing and pronunciation of the language, its punctuation rules, and its use in context. Wherever possible, equivalent Hebrew terminology is given to facilitate students’ use of Hebrew language textbooks. Specialized linguistic terminology is kept to a minimum, and verb and noun tables are provided as well as a comprehensive indexof terms, making this both a useful teaching resource and an easy-to-use reference tool for those wishing to look up specific details of the language.

Edna Amir Coffin is Professor Emerita of Hebrew Language and Literature at the University of Michigan, Ann Arbor, specializing in the areas of Hebrew language and literature and in the methodology of teaching. Her previous books include Lessons in Modern Hebrew (Level I 1977; Level II 1978), and Encounters in Modern Hebrew, volumes 1--3 (1992--6). She has published articles on a variety of topics in Hebrew language and literature.

Shmuel Bolosky is a Professor of Hebrew at the University of Massachusetts Amherst, specializing in Hebrew linguistics. He coordinates the Hebrew program there and teaches Hebrew at all levels. He is the author of Measuring Productivity in Word-Formation: The Case of Israeli Hebrew (1999) and 501 Hebrew Verbs (1996). He has published a number of chapters in books, mostly on Hebrew and Semitic languages, as well as articles in a broad range of journals.

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A Reference Grammar of Modern Hebrew

sábado, 9 de agosto de 2008

A linguagem do Antigo Testamento (Isaías Lobão Pereira Júnior)

A linguagem do Antigo Testamento
Em sua maior parte, o Antigo Testamento, foi escrito em hebraico. Porém, existem alguns poucos trechos em aramaico (Gênesis 31,47; Esdras 4,8 a 6,18, Jeremias 10,11; 7,12-26 e Daniel 2,4 a 7,8). O hebraico e o aramaico pertencem a uma família de línguas, que desde o fim do século XVII, convencionou-se designar de semita. Um nome que é derivado da passagem de Gênesis 10,22, onde foi registrado os nomes dos descendentes de Sem, filho de Noé. >>> Leia mais, clique aqui.

"Waw ha-hipukh"

A função da letra "waw" hebraica é muito peculiar, divergindo inclusive de demais idiomas semíticos. Geralmente ensina-se que sua função é a transformação do tempo passado em futuro, e vice-versa, ponto que não discutimos, apesar de acharmos importante lembrar que o hebraico bíblico não dispõe, como o moderno, de tempo verbal presente. O tempo verbal presente na Bíblia pode aparecer como futuro ou como passado, como pode-se notar em Salmos 1:1, onde o verbo aparece no que seria hoje tempo pretérito.

Ou seja, nos casos onde o termo pode ser indicado como verbo em tempo presente pela pessoa que conhece o hebraico moderno, e em Provébios 18:2 aparece no que seria na atualidade tempo futuro. Se o verbo encontra-se no que hoje é tido no hebraico como tempo presente, não trata-se de verbo, senão de denominativo, que os mestrados hebraicos hodiernos chamam de substantivo.>>> Leia mais, clique aqui.

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O sistema de pontuação hebraico bíblico (massorético)

Cônscios de que muitos não têm como entender o que tentamos explicar aqui, buscamos explanar de modo mais sucinto: é como se pudéssemos dizer em português com as seguintes pausas: "No princípio, criou Deus; os céus, e a terra." Seria como se o sistema de pontuação hebraico permitisse em seu meio interrogações e questionamentos: "No princípio..." (que aconteceu?) "...Criou Deus!...." (E, que criou?) "...Os céus..." (Somente isto?) "...E, a Terra!". Em outro caso, vemos o texto explanando o que é o fruto da cidra, elevado entre outras espécies vegetais durante a festa de Sucôt (Tabernáculos) pelos israelitas, no Templo, conforme a ordem bíblica. Ali temos, em determinado trecho, "...Peri ets, hadar..." - ou seja: "...fruto de árvore..." (que fruto?) "...hadar!..." (fruto louvável!), e, em outro trecho, "...peri, ets hadar!" - (que tipo de fruto?) "...fruto, que seja de ávore louvável!". No primeiro caso, o fruto é o louvável. No segundo, a árvore - fatores que dão motivo às controvérsias no Talmud. Os tradutores não hebreus, porém, muitas vezes perdem o sentido devido ao sistema semítico de pontuação. >>> Leia mais, clique aqui.

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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Observações sobre o hebraico bíblico (George Steiner)

STEINER, George. A Bíblia Hebraica e a divisão entre judeus e cristãos. Lisboa: Relógio D´Água, 2006. p.32-34.

p.32. O hebraico pertence ao ramo cananeu da família de lín­guas semitas do Noroeste. Escreve-se da direita para a es­querda e consistia, originalmente, em vinte e duas letras que indicavam apenas consoantes. A designação de vogais pela junção de pontos a estas consoantes deu-se muito mais tarde. Evoluiu muito gradualmente entre os séculos V e X d.C. As actuais convenções de vocalização representam, por conseguinte, formas de pronúncia que remontam, por alto, a um milhar de anos após a era bíblica. Fora da própria Bíblia, o hebraico clássico antigo sobrevive em algumas inscrições, nenhuma das quais é anterior ao século X a. C.

p.33. A origem consonântica de toda a escrita hebraica - inú­meras palavras desenvolvem-se a partir de um radical de três consoantes - é crucial. Permite, ou melhor, torna ine­vitável, uma pluralidade e riqueza polissémica de leituras possíveis, provavelmente sem par em qualquer outra língua escrita. O mesmo aglomerado consonântico pode, com vo­calizações diferentes, ser interpretado com sentidos com­pletamente diferentes. A omissão de marcadores de vogais origina uma multiplicidade inerente de significados putati­vos, de equívocos implícitos e de jogos de palavras dentro da unidade consonântica idêntica. Uma palavra bíblica pal­pita, por assim dizer, dentro de uma aura de significados e ecos concêntricos.

O hebraico possui apenas dois «tempos» verbais (sendo «tempos», em si mesma, uma designação enganadora). As acções ou estão terminadas («perfeito») ou não terminadas («imperfeito»). Os modos simples, passivo, reflexivo, in­tensivo e causativo são interpretados através de formas di­ferentes do verbo. Uma vez mais, esta particularidade sin­táctica ocasiona consequências de natureza hermenêutica importantes. O «mundo do tempo», as anotações da tempo­ralidade na narrativa do Antigo Testamento, não se tradu­zem imediatamente no paradigma passado-presente-futuro do inglês ou de outras línguas europeias modernas. Este simples facto torna quase inacessível a dinâmica interna da profecia e da memória hebraicas. A profecia não se projec­ta, em qualquer sentido óbvio, no futuro, como acontece, por exemplo, nos oráculos gregos ou nas predições cris­tiano-helénicas. Os tempos oportunos das revelações de Deus por intermédio dos seus profetas são eternos. Num certo sentido, a profecia já se cumpriu, uma vez que é feita no «perfeito» na palavra divina. Noutro sentido, está eternamente presente. 0 que arde com a ira ou com a benção de Deus é o «agora». Num terceiro e completamente intradu­zível sentido, a profecia também toca no «imperfeito», no ainda inacabado e portanto revogável (Jonas depende do paradoxo gramatológico de uma «imperfeição» alojada, por assim dizer, no eterno absoluto da determinação e sentença inicial de Deus).

p.34. Há, evidentemente, afinidades linguísticas entre o he­braico antigo e línguas tão próximas dele como o fenício, e, certamente, o úgrico. Elementos do úgrico, do cananeu e do aramaico podem ser localizados nos textos bíblicos. Todas as línguas faladas pelos homens e pelas mulheres têm as suas singularidades. Contudo, é justo que se diga que o con­ceito tradicional de hebraico bíblico como língua adâmica, como a primeira entre as línguas humanas, como sendo marcada unicamente pela semântica do modo como Deus a usa, reflecte, embora de maneira mítico-antropomórfica, uma intuição compreensível de «algo à parte». O hebraico do Antigo Testamento não se parece com nenhuma cons­trução verbal-gramatical-semântica de que tenhamos co­nhecimento directo. A Lei, no fundo, é, em muitos aspectos, uma «lei em relação a si própria». A um nível manifesta­mente mais elevado, mais causador de danos do que o de qualquer outro corpus de linguagem, incluindo a poesia e a filosofia mais remotas e mais difíceis, as traduções do he­breu bíblico são interpretações erradas. Mesmo nas mãos de ouvintes e de artesãos da palavra tão geniais como Tyndale ou Lutero.


Agradecimentos

Agradeço os comentários de:

domingo, 3 de agosto de 2008

Basic Hebrew Vocabulary (500 Basic Hebrew Words)

Basic Hebrew Vocabulary (500 Basic Hebrew Words)
Siegfried Kreuzer:
This list contains the 500 most frequent and most important words of the Old Testament / Hebrew Bible and is intended to help you keeping up your Hebrew.