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sábado, 26 de julho de 2008

Identidade e Língua (gem) na Era da Globalização: o Ensino da Língua Hebraica na Diáspora

Identidade e Língua (gem) na Era da Globalização: o Ensino da Língua Hebraica na Diáspora
Ester Szuchman

O conjunto de processos que ocorre atualmente em diversas esferas da vida tornou o mundo no qual vivemos uma “aldeia global”. Distâncias geográficas, antes consideradas intransponíveis, foram superadas por meio da alta tecnologia, possibilitando uma maior aproximação entre diversos grupos culturais. Roupas, alimentos, filmes e composições musicais são universalmente familiares.
Essas transformações produziram reflexos em diversas áreas do conhecimento e, sobretudo, na linguagem. A língua hebraica, após permanecer por mais de 1700 anos basicamente como uma língua de orações, passou, há cerca de 100 anos, por um processo de revitalização e foi integrada de forma viva com o restabelecimento do Estado judeu. A “língua sagrada hebraica” tornou-se “secular laica” já na Europa, com o movimento de Emancipação da Europa do Século XIX (ilustração judaica), antes mesmo do movimento sionista (cuja representação simbólica era torná-la uma língua viva e em uso).
Atualmente, o hebraico é a língua oficial e nacional do Estado de Israel (1948), falada e escrita em todas as áreas do conhecimento: na filosofia, na imprensa, na tecnologia e na literatura.
As transformações sofridas pela língua em Israel, desde sua adoção como língua nacional e oficial do Estado, absorvendo influencias do Iídiche, Russo e do Inglês (sendo esta ultima “língua franca” e hegemônica) tem contribuído de forma singular no ensino da língua hebraica como língua adicional na Diáspora.

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